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03/09/2014

O mundo das papinhas {sobre alimentação}

José está em uma nova fase, conhecendo outros sabores e mantendo o hábito (e mais saudável do mundo!) mamar.
Quando eu ganhei a carta branca do pediatra dele, dizendo que os sucos estavam liberados, não perdi tempo, comprei laranja mimo e corri pro abraço. Zé tomou tudo como se não houvesse amanhã, guloso o suficiente pra achar que 50 ml era só o prato de entrada, chorou bastante querendo mais suco ou algo que sustentasse aquela barriguinha, rs.
O passo seguinte foi partir para as vitaminas de frutas, essas também foram aprovadas com louvor. Na verdade, tudo que envolva leite, ganha o total apreço do José. Sempre tento variar as opções, pra não oferecer a mesma coisa todos os dias. Se ofereço mamão num dia, no outro tento uma banana ou uma maçã, pra equilibrar direitinho. Vale lembrar que, nas primeiras provas, é bom repetir o mesmo alimento por um ou dois dias, pra captar a reação do bebê ao que foi oferecido,  e isso serve pra todas as outras comidinhas. Só depois desse teste, é que eu começo a variar os alimentos.
No quesito frutas raspadinhas, não nos saímos muito bem, ele engasgou diversas vezes, resolvi então mudar a tática, fiz purê das frutas. Cozinhava as que não eram fáceis de amassar, tipo a maçã e a pêra e funcionou melhor, mesmo com um tantão de careta, rs.
E ai que chegou a vez das papas “salgadas”, que entraram no seu cardápio como almoço. O primeiro passo foi comprar os potinhos pra condicionar as papinhas.  Como eu trabalho em período integral, durante toda a semana, preparo as refeições dele no final de semana. Coloco etiqueta em todas, com a data em que foram feitas, os ingredientes e os dias da semana em que devem ser consumidas. Facilita assim tanto pra mim, tanto para a minha mãe, que é quem cuida dele no período diurno.
Bom, pra preparar o cardápio eu pensei em alternar 3 receitas durante a semana. Tipo, segunda e quarta eu ofereci uma papa que incluía cenoura, jerimum e batatas. Na Terça, quinta e sábado ofereci uma papinha de batata-doce e chuchu, e por fim, na sexta e domingo, ofereci um creme de batatas com espinafre. 

Mas antes de todo o preparo, fui à feira e trouxe meio mundo de legumes, verduras e frutas.  Apesar de eu ser uma pessoa meio complicada para comer – pra não dizer fresca -, quando vou comprar frutas e verduras para os meus filhos, me dispo dos meus gostos e manias e trago de um tudo pra casa e fico mega orgulhosa da minha geladeira cheinha de coisas saudáveis, rs.
Como as papas não podem conter sal ou açúcar, o jeito é caprichar nos temperinhos verdes, e pra dar um toque a mais, fui liberada para refogar tudo com um fiozinho de azeite ou um tiquinho de margarina.
Bom, antes de dar algumas receitinhas legais, vamos falar do processo de congelamento das papinhas.
Sim, eu sei que o ideal é oferecer os alimentos frescos ao bebê, porém, a vida que levo – e muitas mamães levam também – não me permite cozinhar tudo, todos os dias, levando em consideração que eu tenho outras – mil – tarefas. E se você obedecer ao processo de congelamento bem direitinho, todas as propriedades e nutrientes daquela papinha ficará preservado.

O recipiente ideal para o congelamento são potinhos de vidro ou de silicone. Porém, não encontrei os que eu queria e optei por potes de plásticos, obviamente tomei o cuidado de comprar recipientes livres do BPA e claro, esterilizei antes de tudo!
Depois que o alimento estiver pronto, o ideal é que espere que ele esfrie por completo até congelar. Ai é só dividir as porções, geralmente uma receita que eu faço da pra duas refeições, tranquilamente. Vale lembrar que, a quantidade e aceitação irá variar de bebê para bebê, e que se houverem sobras da papinha depois de requentada, essas terão que ser desprezadas, beleza?
A papinha deve ser descongelada em banho-maria, nada de microondas. Antes de levar ao banho-maria o ideal é retirar o potinho do freezer e deixar na geladeira, descongelando. Ai é só iniciar o processo para esquentar a refeição.  Se liguem na temperatura antes de oferecer ao bebê, tá? O ideal é “morninho”, nada de muito quente!
Eu só congelo por no máximo sete dias, mas as papinhas de legumes duram um bom tempo no freezer e se tiverem carne/frango, duram cerca de um mês congeladas.
Tem outra opção legal, sabia que da pra congelar frutas? Ou mesmo a polpa delas?  Pois é!
Como muitas frutas não são consumidas de uma vez só, pelo seu tamanho e tudo o mais, eu corto o pedaço que vou usar e congelo o restante, assim não perco os nutrientes e evito o desperdício.  A única fruta que não rola congelar é a banana, tá?
Agora, lápis e papel na mão! Vou colocar aqui as três receitinhas que José consumiu essa semana.  E ah, também vou criar uma aba aqui no blog, só com receitinhas, assim fica mais fácil achar e mais organizado. Assim que ela for ao ar, conto pra vocês, combinado?



Papa de caldo de carne com jerimum, batata e cenoura 
- Cebola (ralei menos  da metade de uma cebola pequena. Usei cebola roxa)
- 1 fatia de abóbora (que eu cortei em cubinhos)•
- 1 batata média (usei a batata inglesa)
- 1 cenoura (usei uma cenoura pequena)
- água filtrada  ( o suficiente pra cobrir as verduras)

·- Um fio de azeite

 Refogue a cebola ralada com o azeite, quando começar a ficar corada, acrescente a abóbora, a batata a cenoura descascada e grosseiramente cortada. Cubra tudo com água filtrada, tampe a panela e cozinhe em fogo baixo até que os legumes estejam moles. Amasse com um garfo ou passe pela peneira. 

Rende de 2 a 3 porções 


Papa de caldo de frango com batata-doce e chuchu 
Azeite para refogar

- Meia batata-doce  (média)
- 1 chuchu 
- Água filtrada

 Junte a batata-doce e o chuchu descascados,e refogue no azeite, depois  acrescente à água filtrada até cobrir tudo e deixe cozinhando, em fogo baixo, até que tudo esteja mole. Amasse com um garfo ou passe na peneira. 

Creme de batata com espinafre
- 1 Batata (cerca de 100g)
- 130g de espinafre
- 3 Colheres-medidas de pó do leite próprio para bebês (fase 1 ou 2)
- 90ml Água mineral ou de nascente adequada para bebês

Lave as folhas do espinafre  em água com um pouco de vinagre e enxágüe cuidadosamente.
Corte os talos e pique o espinafre aproveitando apenas a parte verde das folhas.
Descasque, lave e corte a batata em cubinhos. Numa panela com água a ferver, coza as folhas de alface e a batata durante cerca de 15 minutos e escorra. No liquidificador, misture as folhas de espinafre e a batata cozida com o leite infantil previamente

Dessas três receitas, a predileta de José foi o creme de batata com espinafre, tanto é que ela virou o almoço de sexta, rs.



Bom, volto a reafirmar que, José ainda mama em livre demanda – pelo menos no período em que estou em casa -. E digo e repito, o leite materno é o melhor alimento que você pode oferecer ao seu filho. Nós do blog Uma mãe conta, somos a favor do aleitamento materno e levantamos a bandeira da amamentação com muito orgulho!

E vocês, curtiram esse post? Tem alguma receita que queira nos enviar? Mais alguma dúvida ou sugestão? Entra em contato conosco pelo nosso e-mail blogumamaeconta@gmail.com ou manda uma mensagem lá na nossa fanpage. Combinado?

Fico por aqui, um beijo em vocês!


24/07/2014

Maria na cozinha! {Cookies}


*Antes de tudo, preciso dizer que, esse é o primeiro post que escrevo com José no colo. 
Se eu conseguir concluir essa publicação, será o mesmo que dizer que eu sobrevivi.

Bom, vamos lá!

Criamos um roteiro de férias, e nesse famoso roteiro, tínhamos como uma das metas, cozinhar juntas (eu e Maria) alguma guloseima.
Decidi então que, faríamos COOKIES, que era uma receita prática, não gastava muito, tinha chocolate e dava pra colocar (literalmente) a mão na massa, o que pra Maria é uma mega diversão.

Hoje acordei com vontade de comer "coisas gostosas", não sei se é culpa da TPM, mas foi ótimo para colocar em prática a ideia de ir para a cozinha com Maria.
Como não tinha todos os ingredientes em casa, fui com Maria ao mercado, a missão era encher a cestinha com o que precisaríamos para os nossos deliciosos cookies!
Peguem papel e caneta pra anotar, belê?

~ INGREDIENTES ~

- 2 xícaras de farinha de trigo, sem fermento!
- 1 ovo
-1/2 barra de manteiga (em temperatura ambiente)
- 3/4 de uma colher de chá de fermento
- 3/4 de uma colher de chá de sal
- 2/3 de xícara de açúcar cristal
- meia xícara de açúcar mascavo
- 1 colher de chá de essência de baunilha
- Confeitos de chocolate

Antes de partimos para o modo de preparo, achei legal falar um tiquinho do açúcar mascavo.

Esse açúcar escurinho ai é o mascavo, ele tem essa cor por conter grande teor do melaço, ele é mais saudável por ser menos quimicamente tratado. Ele é rico em vitaminas e apesar der mais saudável é mais calórico que o açúcar branco.

~ MODO DE FAZER ~

Primeiro ligue o forno para ir pré-aquecendo, em 180° graus.
Em uma vasilha misture, a manteiga (que tem que estar bem molinha), os açúcares, o ovo e a essência de baunilha. 
Você pode usar a batedeira ou uma colher de pau para ir misturando os ingredientes, bata tudo até obter uma massa homogênea.

* Eu media as porções e deixava Maria ir colocando tudo na vasilha, ela estava se sentindo a maior chefe de cozinhas do mundo, rs

Em outro recipiente junte a farinha de trigo, o sal e o fermento, misture-os e só depois agregue tudo, formando assim a massa do nosso cookie.
Fácil fácil, né não?

* Eu usei a batedeira, nessa parte Maria não participou.

Pra fazer os cookies, eu melo um pouco a mão no trigo (que ajuda a trabalhar melhor com a massa, já que ela gruda um pouco na mão) e faço bolinhas, depois as achato, pra fazer o formato. Mas ai é com vocês, façam do jeitinho que achar melhor, fechado?

Depois que fizerem os formatos dos cookies, levem eles para assadeira,, devidamente untada, deixando um espaço entre um e o outro, já que eles crescem um pouco no forno, e só assim adicionem os confeitos de chocolates.

* Maria ganhou a difícil missão de colocar os chocolates. Sim, ela colocava um no cookie e um na boca, ninguém é de ferro, né? 

Quem quiser colocar gotas de chocolates ao invés dos confeitos de chocolate, pode ir  misturando lentamente,  com uma colher, para não dissolver as gotinhas, e depois é só fazer as bolinhas dos cookies normalmente.

O tempo no forno pode variar, geralmente fica entre 8/14 minutos, nunca menos ou mais do que isso, fechado?

Depois de pronto, o ideal é esperar esfriar, eles ainda saem molinhos por conta da temperatura. Se vocês tentarem tirar os cookies da forma ainda quente, a tendência é que eles quebrem, então... paciência!

Esfriou? Aiii... é só correr pro abraço, fica uma delícia e aviso logo, impossível comer um só!
Aqui foi sucesso, Maria queria comer todos de uma vez, foi uma trabalheira convence-la do contrário, rs!


E vocês, tem alguma receitinha que costumam fazer com os pequenos? Manda pra gente, eu e Maria vamos adorar partir para cozinha, pode apostar!

E se vocês fizerem a nossa receita dos cookies, mandem fotos e claro, digam se provaram e aprovaram, rs.

Fico por aqui, e sim José ainda está no meu colo, mas a construção desse post foi interrompida algumas (MUITAS!) vezes para, trocas de fraldas, xixi de Maria, fome e outras demandas, rs. Mas ó, eu sobrevivi!

Um beijo e até a próxima!






08/06/2014

APLV. {Alergia à proteína do Leite de vaca}


Você já ouviu falar na "APLV "?
É sobre essa alergia alimentar que eu vou falar hoje, irei começar explicando pra vocês do que se trata a APLV, os sintomas, tratamento e restrições. 
Ainda bati um papo especial com a Ingrid Sbardelotto, que é mãe da Lívia (lili), que convive com a APLV.

O QUE É APLV? 

A APLV (alergia a proteína do leite da vaca), é o tipo mais comum de alergia alimentar. Aproximadamente 1 em cada 20 bebês possuem a APLV. 
A alergia alimentar AA é a reação adversa do sistema imunológico às proteínas de alguns alimentos, sendo os mais comuns, leite de vaca, soja, ovo, trigo, frutos do mar... 
Na maioria das situações, há aquisição de tolerância às proteínas do leite de vaca até o terceiro ano de vida. Vinte e cinco por cento das crianças desenvolvem tolerância antes dos 12 meses, 50%, antes dos 2 anos, e 85%, antes dos 3 anos. Apenas 15% dos indivíduos com APLV IgE-mediada persistem com alergia aos 8 anos de idade. Crianças com doença não IgE-mediada em geral tornam-se tolerantes mais cedo.
Pesquisas mostram que alguns fatores colaboram para esse intolerância a proteína do leite da vaca, como por exemplo, prematuridade, lesões no intestino ou até mesmo o contato precoce com a proteína do leite.
Na APLV, o organismo da criança não reconhece uma ou mais proteínas do leite da vaca e reage a elas.

SINTOMAS

Os sintomas mais comuns são vômitos, cólica, diarreia, fezes com sangue, perca de peso, dermatite atópica e urticária, além de problemas respiratórios e tosse.

DIAGNÓSTICO

É preciso antes de tudo traçar toda a história alimentar da criança, mesmo que essa ainda tome leite materno exclusivamente, já que a proteína pode ser passada através do leite da mãe. 
A dosagem de IGE especifica para o leite da vaca e alguns exames físicos, são necessários na investigação. 

TRATAMENTO

Com a diagnóstico, começa a dieta de exclusão da proteína do leite da vaca na criança, ou na mamãe, caso esteja amamentando.
Geralmente essa dieta de exclusão, dura em média 12 meses, quando a criança ou paciente é reavaliado. 
A substituição do leite de vaca pode ser feita com fórmula de hidrolisado proteico ou, a partir do sexto mês de vida, com fórmula de soja. Não havendo melhora clínica, principalmente nos casos de manifestação gastrointestinal, deve-se tentar a fórmula de aminoácidos.






Bati um papo com a Ingrid que tem 22 anos e é mãe dessa fofura ai, a Lívia que tem 2 anos e 6 meses. Elas descobriram a APLV em Fevereiro deste ano (2014) e a partir de então, tiveram que aprender juntas a conviver com a alergia alimentar a proteína do leite da vaca.

Como você descobriu que sua filha tinha APLV? 
Bom, amamentei a Lívia até 1 ano e 11 meses de vida (até o sexto mês o leite materno foi o único alimento oferecido),  
A partir do desmame passei a dar a ela leite de caixinha, 1 mês depois fomos a uma festinha de aniversario em que a Lívia comeu alguns doces que não era acostumada, e começou a ter diarreias fortes e com um muco branco. Comecei a notar que quando eu dava mamadeira ela tinha mais diarreia ainda.
E ela também não conseguia ganhar peso.

O diagnóstico foi imediato? 
Não foi imediato, achávamos que era uma virose, mas a diarreia persistiu por 1 mês e meio, foi então que a pediatra dela me pediu para tirar o leite de vaca e ir trocando pelo de soja e ver como ela reagia. E pra nossa surpresa ela reagiu bem, a diarreia foi diminuindo e ela foi melhorando. Mesmo assim ainda precisei procurar uma gastropediatra que me fez trocar o leite de soja por um sem lactose, para saber se o problema dela era APLV ou intolerância a lactose, e ela voltou a ter a diarreia, então confirmado a partir de observações que era APLV. Mas ainda assim passamos por um processo de exames de sangue e de alergias, que deram negativos, mas ela foi constatada como alérgica não mediada, onde exames podem dar falso negativo. Por isso a verdadeira confirmação vem através de observações e a retirada do leite. Bom relatar também que existem diferentes sintomas na alergia ao leite, os sintomas da Lívia são uns dos mais leves.

Como foi pra você aceitar e entender as restrições que seriam impostas a sua filha?
Foi complicado, por que mudar uma alimentação toda com uma criança de 2 anos já, não é tão simples, ter que explicar certinho que alguns alimentos ela não vai poder comer porque fará dodói nela, não é tão fácil. Ela já estava numa fase de pedir o que queria comer. Mas com o tempo, fomos substituindo alguns alimentos que ela tanto gostava por outros em que ela podia comer e que até eram mais saudáveis.

Como foi a adaptção a nova alimentação? 
No começo a adaptação foi complicada, trocar um leite de vaca q tem um gosto bom, por um de soja que não tem o gosto tão bom. Ela não queria aceitar, mas com os dias ela passou a tomar uma quantidade maior, findou se adaptando logo. No resto, passei a procurar receitas em que ela podia comer, frutas ela sempre comeu então fui substituindo por doces, e procurando sempre nos rótulos o que ela poderia comer. E claro que com uma a Nutricionista fui ganhando mais ajuda na dieta dela, para que ela ganhasse peso, o que aconteceu rápido depois da nova alimentação

É fácil encontrar alimentos sem traços do leite? E os rótulos, são amigos nessa hora?
Não é nada fácil! Em alguns rótulos tem escrito "pode conter traços de leite". Me pergunto, como que alguém que fabrica um alimento não sabe que existe contaminação? Que certos objetos e maquinas vão produtos com leite? Existe poucas marcas de alimentos que fabricam alimentos sem traços de leite. E muitos sabem muito bem que o produto está contaminado e na embalagem não tem nenhuma informação.

O que você diria para as mães que passam por esse processo?
Diria pra ter muita paciência, força de vontade e coragem para ser firme com pessoas que acham que um pedacinho não fará mal algum, que é melhor evitar do que correr riscos desnecessários deixando eles sofrer. Diria também para ter muita fé, por que sabemos bem que a maioria das crianças tem a cura dessa alergia, e com muito amor a gente chega lá. Que saibam que todo esse sacrifício é pelo bem de quem tanto amamos, e tudo por eles vale a pena, para que um dia a gente possa ver eles se deliciando com alimentos com leite sem nenhuma restrição.

E depois desse papo bacana, a Ingrid ainda passou a receita do bolo predileto da Lili, que obviamente não leva proteína do leite da vaca. E quer saber o melhor? É UMA DELÍCIA!
Anota ai!





INGREDIENTES BOLO:

03 cenouras médias
02 ovos
1 xic. de chá óleo
2 xic. de chá de açúcar
2 xic. de chá de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento

INGREDIENTES COBERTURA:

01 colher de sopa de Maizena
2 xic. água
1 1/2 xic. chá de açúcar
1 colher de Becel azul (única sem leite e traços)
1/2 xic. cacau em pó (uso o dos frades que tbm é livre de leite e traços)
Levar ao fogo até engrossar e cobrir o bolo.

MODO DE PREPARO DO BOLO:

Bata no liquidificador primeiro a cenoura com os ovos e o óleo, acrescente o açúcar e bata por uns 5 minutos Depois numa tigela, coloque o restante dos ingredientes misturando tudo, menos o fermento esse por ultimo misturado lentamente.

MODO DE PREPARO COBERTURA:

Em uma panela coloque o açúcar, a becel e o cacau e le ao fogo. Dissolva a maisena na água depois coloque na panela. Junta tudo e mexe até engrossar

E ai, curtiram?

Eu realmente espero que esse post tenha ajudado de alguma forma a muitas mães. E vale o alerta ao APLV. Como a Ingrid disse, é importante que todas as mães tenham conhecimento sobre essa alergia alimentar que é tão comum.

Prometi a Ingrid e fica de promessa pra vocês, um post sobre receitas para festa de aniversário só com comidinhas (deliciosas!) livres da proteína do leite da vaca. Beleza?

Um beijo em vocês e até a próxima.








 
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