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04/07/2014

16 anos depois... grávida de novo! {Relato por: Eugênia Lucena}


O relato de hoje tem sabor de vida e quem conta, é a minha tia mais nova, Eugênia.
Convidei ela a partilhar a historia da descoberta da Flôr, seu mais novo fruto.
Que sirva pra inspirar e pra mostrar que, a vida é sim um milagre. 


"Minha sobrinha Larissa, me convidou para que eu pudesse contar as estórias das minhas gravidez. Fiquei muito honrada com o convite, viu Lai?

Me chamo Eugênia Carneiro Braga Lucena, tenho 39 anos e sou de Recife-PE.
Fui mãe a primeira vez aos 18 anos, não foi uma gravidez planejada, mas desde o primeiro momento amei o serzinho que nascia dentro de mim, como nunca havia amado na vida. Pedro nasceu, de parto normal, no dia 29/11/1993 as 17:18 pesando 3.750 e medindo 53 cm. Era o bebê mais lindo que eu já havia visto na vida. Desse dia por diante, minha vida tomou um rumo novo de amor, insegurança, proteção.
Depois de cinco anos, já estava com 23 anos, dei a luz á João no da 09/11/1998 as 10:25 também de parto normal, ele pesava 3.900 e media 48 cm, ele era enorme e muito gordinho, mais muito mesmo!
A felicidade estava completa, curti muito meu homenzinho de 5 anos e meu bebê.
Não pretendia ter mais filhos, mas como sempre fui louca por meninas (tenho minhas sobrinhas como filhas), ainda existia uma esperança de quem sabe no futuro tentar.
Mas a vida nos levava pra outro rumo, trabalho, trabalho e trabalho... Cadê que dava pra pensar em ter mais filho? Mas como não era “ligada” e não tomava anticoncepcional, por que nunca me dei com o excesso de hormônio (a prevenção era feita com preservativos), sempre ficava na expectativa de quem sabe um dia.
Com 35 anos, depois de sofrer de cólicas absurdas, fui diagnosticada com endometriose.
Fiz muitos exames e troquei algumas vezes de médico, até me sentir segura, e em 2011 começar um tratamento com anticoncepcional Qlaira, que é o procedimento para controle da endometriose. No começo da segunda caixa do remédio, comecei a sentir uma pontada que ia do peito até as costas, como se fosse gases, passei o dia tomando luftal, mas não teve jeito.
No outro dia fui ao hospital (por que a pontada não passava) tomar algum medicamento que melhorasse. Para minha surpresa a médica pediu alguns exames de sangue e uma tomografia, eu só pensava: "tudo isso por causa de uma simples gases? Rsrs"
Mas, graças a Deus, fui atendida por uma médica competente que salvou a minha vida...
Eu estava com embolia pulmonar, que se não fosse diagnosticada rápida, seria fatal.
Fiquei nove dias internada, depois fiz mais alguns meses de tratamento com anticoagulante via oral. Fui liberada do uso do remédio, e só voltaria a tomar em três ocasiões: fratura, cirurgia de membros inferiores ou gravidez. Pronto, filho mais nem pensar.
Continuei tentando de alguma forma me ver livre da endometriose, mas agora só me restava a cirurgia, que no me caso é muito arriscado. Então decidi conviver com as cólicas e deixar pra lá.
Em 2013 estava bem acima do meu peso e decidi ir em uma endocrinologista, começar uma dieta de verdade. Fiz deita, malhei e emagreci muito, fiquei muito feliz com minha vida saudável e me achando linda! Rsrs

Em março de 2014 achei que minha menstruação estava um pouco atrasada, e um dia antes do aniversário do meu marido 22/03/2014, comprei um teste de farmácia, fiz o teste na madrugada (horário em que meu marido trabalha), e o resultado foi lindo... POSITIVO! Mandei uma foto pra ele do exame e ficamos loucos de felicidade. 

É isso mesmo, estou gravida depois de 15 anos, e o melhor... É MENINA!!!
Contrariando todas as expectativas (visto que mulher que tem endometriose pode não ter filhos), eu fui abençoada a vinda de MARIA FLÔR!
Pra falar a verdade, também veio a insegurança em relação a idade, mas a felicidade foi maior e a nossa filha vai chegar recheada do amor de todos.
Só tem um detalhe, eu tinha que ser anticoagulada, e dessa vez com injeções subcutâneas, que são caras e difíceis de encontrar. Conseguir achar e comecei o tratamento, que é primordial para a mãe e a criança, visto que o não uso do medicamento pode acarretar em aborto cedo ou tardio.
Entrei com uma solicitação das injeções junto ao governo do estado (que tem a obrigação de doar essa medicação aos pacientes), eles exigem laudos e alguns exames, fiz todos e no prazo dado por eles o remédio estava lá, ôh glória. Mas agora na segunda remessa está em falta, é o governo sendo governo. Se não chegar a tempo, terei que comprar novamente. (Vale lembrar que o custo das injeções é alto!)
Enfim, nossa Flôrzinha está vindo nos trazendo mais amor, e a expectativa da chegada dela é grande e linda!
Espero que minha estória ajude algumas mães que tem esse mesmo problema a não desistir, porque é não é fácil, mas não é impossível e a recompensa... é maravilhosa!"



Terminei de ler esse relato com o coração cheio de esperança, flor germinou e mostrou para a ciência que a vida surpreende e embriaga a gente de possibilidades. 
Você tem que acreditar na força do amor, na existência das boas energias e tudo flui, pro bem.

E você, tem alguma historia que compartilhar conosco? Entra em contato conosco pela nossa fanpage (clica aqui) ou pelo nosso e-mail.


Um beijo em vocês e até a próxima!
  


03/06/2014

Um outro olhar sobre os meus partos. {O renascimento do parto}


“Nós combinamos com o bebê que ele vai nascer sexta-feira às quatro da tarde? E se combinamos, ele respondeu pra gente que ele tem condições de nascer? Essa combinação é impossível de haver. Essa combinação não existe.” (Pediatra, Ricardo Chaves)
Tirei essa foto hoje. Sei que não se trata de uma imagem bonita e eu compreendo se você repudia a minha cicatriz. Eu também sinto o mesmo por ela.
Essa marca podia ser poética. Afinal de contas, meus filhos a tiveram como porta pra vida, foi por esse corte que Maria e José foram arrancados. ARRANCADOS!
Fotografei minha cicatriz e fiquei olhando, como pode o momento mais feliz da minha vida trazer como marca uma coisa tão horrenda? Suspirei.

Enfim eu consegui assistir ao filme o "Renascimento do parto". E me senti vazia. Enganada. E tantas coisas ruins sobre mim. 
Maturei a ideia, só assim pra tirar de mim uma responsabilidade que não me cabia. Obstetras que deveriam ser os maiores parceiros, viraram vilões da industria de partos. E eu fui uma das máquinas deles. Reconheço.

Quando eu engravidei de Maria, sonhei até o último instante com parto normal. Fui até as 40 semanas de espera. Tive até quase 4cm de dilatação (que me foi dito que não progrediria, o que nesse filme vi se tratar de mais uma manobra).
Até ser golpeada com a notícia da cesárea. Fui alertada sobre um possível sofrimento fetal. Foi jogado sobre mim a responsabilidade de decidir sobre a vida Maria. 
Eu estava sozinha numa sala quando ele me contou da redução de batimentos cardíacos e de como Maria seria imensa, que o parto demoraria horas, que não tinha remédio para induzir o parto (sim, num dos únicos hospitais particulares da cidade, de acordo com o DR. não havia remédio para induzir um parto). Olhando pra mim ele proferiu a pergunta que mais parecia um tiro: "Você ainda quer tentar, mesmo sabendo de tudo isso?".
Como eu poderia responder?
Chegando ao quarto, minha mãe (que pariu duas vezes de parto normal, sendo o meu parto feito por parteira) estava ao meu lado, mesmo carregada de experiência, também se rendeu a oferta de uma cesárea. Hoje compreendo, ela também não queria nos perder.
Eu não tinha conhecimento cientifico para decidir sobre o meu parto. Não foi justo.
Tive uma gravidez saudável, preparei o corpo e alma durante 40 semanas e terminei sendo cortada, ponteada e não tive a chance de ter um parto orgânico.
Maria nasceu saudável e ele não foi o herói dessa causa, eu fui a heroína, a melhor casa e fonte de saúde pra ela. Eu não precisava de uma cesárea. Eu precisava de tempo, apoio e informação.

Eis que veio José. Senti de novo minha chance de parir. Fui cozinhada em banho Maria por uma médica renomada. Médica essa que é referência no IMIP. (Para saber o que é o IMIP clique aqui.)
Sempre que o assunto era o meu parto, ela trocava de assunto, imediatamente.
Certo dia, ao vê-la com a bata do IMIP não contive o alívio e questionei ela sobre como eram os partos de lá, e na mesma frase contei sobre a vontade do parto normal.
Fui cortada na metade do raciocínio. Montou-se o circo do terror.
Me contou sobre ruptura uterina, do pouco tempo de um parto para outro, sobre a pressão ser muito baixa. E com voz firme me intimidou dizendo:  - Seu parto eu só faço cesárea, viu? Diga logo se topa, caso nãp paramos o pré-natal por aqui e eu indico a você um médico que faça, ou você procura por um.
Fiquei mais uma vez sem chão.
Li e reli sobre ruptura uterina no google, busquei em fóruns e artigos, esclarecimentos sobre o assunto. Mas, eu não teria o apoio de todos, como eu contestaria o que uma médica disse com uma base de dados do google?
Eu estava sozinha. Dentro de mim sempre ecoou uma voz que me mandava trocar de médica, buscar outra opinião, mas eu deveria?
Dei o passo tarde demais...
Depois de me desentender com essa Dra., fui recebida por outra, simpática, atenciosa e com voz de anjo. Fui bem acolhida.
Obviamente ela também descartou o parto normal e mesmo batendo palmas para os meus exames perfeitos, falava que o parto normal teria que ser descartado.
Eu deveria ter mudado de novo? Talvez. Mas eu já estava com 37 semanas, e não mudei.
Com 39 semanas José nasceu por meio de uma cesárea.
Em menos de um mês, José Luiz teve problemas respiratórios, e assim que a pediatra de plantão tomou ele nos braços, me perguntou: - Ele nasceu de cesárea como menos de 40 semanas, certo?
Chegava em mim a sequela da pressa, em mim não, pior ainda, nele. Talvez essa culpa eu carregue pra sempre.

Nas duas cirurgias colocaram sonda em mim. Mesmo com a minha mãe contestando sobre o pq da sonda. Perguntando se era realmente necessário, se eu não podia fazer xixi numa aparadeira.
Nas duas vezes que usei a sonda de urina, depois de retiradas, adquiri infecções sérias.

No parto de José eu fui dopada.  Estou digitando isso com os olhos cheios de lágrimas, tomados por revolta e tristeza.
Mesmo contra a minha vontade. Eu pedi diversas vezes a ela que não me dopasse no final do parto. Eu queria ficar acordada. Eu decidi ficar acordar. Falei isso ao meu marido também, ele viu meu pedido de consciência.
Mas, não fui respeitada. Dormi. E não me pergunte por quantas horas, eu não sei.
Despertei grogue. Algumas pessoas foram me visitar, falaram comigo e eu não tenho sequer uma lembrança disso.
Meu filho nasceu às 19:25h e só veio pra mim depois das 23:00h. Ele ainda não tinha sentido sequer o gostinho do meu colostro ou o meu cheirinho de mãe.

No parto de Maria tive os braços amarrados com tanta força, que fiquei com vergões roxos por mais de 15 dias, meu braço todo doía. Fiquei largada numa sala fria, sozinha. 
Me tremia toda sem saber que aquilo era uma reação da anestesia. Enfermeiras passeavam ao meu lado e quando eu interpelei uma sobre os temores, sem paciência ela respondeu: -É normal!

São tantas as atrocidades que envolvem esse mundo de partos. 
A violência obstetrícia que ecoa nas salas e findam nos silêncio das grávidas, que viram reféns das práticas cruéis, em busca do fim daquilo tudo e de ter em seus braços seus filhos.

A cada cena que eu assistia eu tinha vontade de chorar.
Nenhum dos meus filhos mamou em mim na sala de parto. Nenhum deles teve meu calor assim que nasceu. Foram aspirados, usaram colírio, tiveram seu cordão umbilical cortado imediatamente...
Foi tudo errado!

Uma das Obstetras do filme, falou algo sobre o bebê se sentir abandonado. Como é estressante e triste sair do seu canto predileto e até então única casa, por meio de uma cesárea. Cirurgia essa que não foi agendada com o bebê. Quem consultou ele sobre querer chegar naquele dia? Como precisar que ele estava pronto para aquilo? Como é cruel não ter a mamãe ou o papai por perto para afagar com amor o susto de conhecer o novo.

No filme eu também compreendi que tudo que foi me dito para antecipar e fazer a cesárea, tratava-se de "estratégias". Sim, estratégia para me convencer que seria a melhor saída.
A maioria das grávidas mostradas no filme, tiveram histórias parecidas com a minha.

Pra mim foi um filme revelador, eu renasci depois dele.
Me culpei por não ter mudado de médico quantas vezes fossem necessárias, por não ter estudado mais, ou ter me planejado melhor. 
Me entristeci por não ter parido de forma NORMAL meus dois rebentos, e por não ter sentido aquela dor, dor de amor.

Uma Doula fala no filme, sobre o medo que é imposto sobre a dor do parto normal. E ela alerta que a maioria das mulheres sofrem mais com os erros da equipe, com a crueldade dos procedimentos e não com a dor em si.
Barrigas são empurradas, médicos que sobem (sim, sobem!) em cima da barriga da parturiente, ocitocinas, cortes indesejados...

Eu não tive um parto vaginal. Fui refém da cesárea. 
Recomendo a todos que assistam ao filme "O renascimento do parto", que se permitam conhecer e que compreendam que nosso corpo foi feito para parir de forma natural.
Tenha ao seu lado um bom profissional, que você confie e acima de tudo sinta-se bem.
Se for o caso, mude, mude quantas vezes for preciso. Mas encontre quem traga ´para o seu filho a melhor e mais saudável opção de parto. 

Que fique claro que eu não sou contra a cesárea e muito menos contra a discriminação que as mães que passaram por esse procedimento sofrem, sendo elas tão enganadas e embriagadas de medo como eu. 
A cesárea salva milhares de vidas, quando necessária. Mas, queremos cesáreas se estivermos doentes, se elas realmente forem única solução. Se durante o trabalho de parto, o médico entenda e me comunique que é a melhor saída.

Eu não tenho planos para um terceiro filho. Financeiramente (principalmente) seria inviável. Mas, se as coisas tomassem outro rumo e eu pudesse receber em meu ventre outro fruto, eu lutaria pelo direito de deixar meu corpo e meu filho decidirem a hora.  Eu optaria de olhos fechados por deixar meu filho vir ao mundo, assim como eu cheguei, NORMALMENTE.

A mulher teve seu corpo arquitetado pra isso. A mulher é capaz de parir por si mesma, fomos feitas pra isso, simples.

   

03/06/2011

Tô grávida e na moda!


Toda mulher, tem aquela agonia, o guarda roupas pode esborrar de tanta roupa, mas ela sempre dirá não ter nenhuma peça, mega normal isso não é? 
Imagine uma grávida, o corpo numa alteração frenética. É bem tenso!
Eu mesma usava jeans 36, vestidos tubinhos, shortinhos e regatas, tudo PP.
Agora, bem... EUNÃO TENHO ROUPAS!

Assim que eu engravidei sai em busca de roupas para grávidas, mas que tivessem a minha cara, não queria ficar parecendo um bujão de gás, só com roupas folgadas e sem corte. Moro em Caruaru - PE e lojas para grávidas aqui é coisa escassa, ai a gente se vira. Sem lembrar que eu sou lisa, lesa e louca! Com o orçamento bem apertado, a criatividade tem que aflorar e o cartão parcelar, juntando isso tudo, dá pra organizar o guarda roupas.

E QUANDO DEVO COMEÇAR A COMPRAR ROUPAS PARA GRÁVIDAS?


Bom, eu percebi que devia trocar o jeans 36, quando eu precisei desabotoar a calça para sentar, apertar o bebê não é nada legal.
Optei por aquelas calças com malha leve, são confortáveis ao extremo e sem contar que, você fica com aquela cara de mãe, né?
Mas, pra quem não curte essas calças de malha, não precisa abandonar o jeans, tem os próprios para as mamães. Com o elástico na barriga, não aperta o “baby” e é confortável também.
Dá pra usar shortinhos também, no mesmo esquema.  Não é necessário mudar o estilo, dá pra ser grávida e super bem vestida.


Tem mamãe que usa sapato alto, eu prefiro as sapatilhas, tênis e as clássicas havaianas, acho bem confortáveis.
Muitas usam macacões, eu particularmente não gosto, ainda pensei em provar um e acabei desistindo, mas vejo muitas grávidas arrasando com esse look, não precisa ser aquele clássico não, tem uns de malhas, lindos! E um jeans próprios para grávidas que também não deixam a desejar.

Umas das primeiras peças que eu comprei assim que a barriguinha começou a dar o ar da graça, foi um vestido longo, acho lindo.
E eu vejo muitas grávidas circulando com eles, pode usar decotes nas costas, ou na frente mesmo, é só evitar aquele modelo retão, assim a gente não fica com aquela aparência de bujão de gás encapado, né?

E claro, sem esquecer as batinhas, as tão usadas batinhas, batinha com shortinhos, casaquinho e sapatilha é um luxo!

Você também pode usar acessórios, lenços, cintos, vale tudo pra marcar a barriguinha.

Mesmo grávida você pode usar quase tudo, é só apostar no conforto e censo crítico.
Pra ajudar nisso, cacei no pinterest algumas inspirações pra vocês 
J









É MENINO OU MENINA?


Uma das maiores ansiedades da gravidez é a descoberta do sexo do bebê. Pelo menos pra mim, principalmente na gravidez de Maria.
Antes de engravidar, nos meus planos de vida, eu dizia que não ia querer saber se eu carregava no centre um menino ou uma menina, pra que? Eu iria amar da mesma forma. Foi tudo por água abaixo, aguardei a ultra que me revelaria se era Maria ou José com muita ânsia.
Antes de descobrir quem era aquele serzinho, tentavam bingar o sexo do bebê através do formato da barriga, ou se apoiavam em crendices.
Eu, pra ser bem sincera, me divertia com essas crenças, e acabei me entregando a vários testes caseiros que catei pela internet, comigo, tudo isso foi FAIL, mas a quem jure de pé junto que deu certo. Vai saber!

Na internet você encontra uma gama de opções, desde a uma tabela chinesa – milenar e super conhecida -, a questionários e várias dicas de simpatias. É só abrir o Google, pesquisar e porque não... tentar, rs. 

MAS COM QUANTAS SEMANAS EU DESCUBRO O SEXO?
Ai, começa tudo de novo, a gente gera essa mania de querer se basear nas semanas de gestação das outras mamães, nessas horas esses sites que tem fóruns acabam nos frustando.

Mas, pesquisando e me informando com meu médico, descobri que existem vários métodos para descobrir se é menino ou menina. Como por exemplo: 
O exame de sexagem fetal, que pode ser feito com 8 semanas de gestação. 
Na verdade é um exame de sangue que detecta o sexo do bebê, ele consegue identificar a presença ou não de células com cromossomo Y (masculino) no sangue da mãe.  A taxa de acerto é de mais ou menos 99%; a desvantagem não é feito pela rede pública e nem coberto pelos convênios médicos, ou seja, você terá que pagar (e bem caro). 
Exame de urina de farmácia
Ele não é tão fácil de ser encontrado, muitas pessoas conseguem comprá-lo em sites de importados. . De acordo com o fabricante, o teste tem eficácia em torno de 90 por cento, pode ser feito a partir de 10 semanas e fica pronto em 10 minutos. O resultado não é confiável se a mulher estiver usando hormônios como à progesterona, e a eficácia também não é boa em caso de gêmeos ou mais. 

E pesquisando no Google sobre os resultados, muitas pessoa reclamam da sua ineficiência. 

Ultrassom
A partir de 16 semanas, pelo ultrassom, da pra ter mais certeza, mas ainda dependendo da posição do bebê e da experiência do profissional (erros humanos acontecem) pode ser que você não consiga visualizar o sexo do seu bebê. 

Geralmente, a eficácia da descoberta do sexo do bebê, se dá na ultrassom morfológica, que é feita com 20 semanas geralmente. 

Bom, eu fiz a primeira ultra com intenção de ver o sexo com 16 semanas, e não consegui.
O bebê ficava de costas, fechava as pernas, uma luta e nada! Retornei ao consultório na semana seguinte, com 17 semanas e, a médica me informou que eu estava esperando uma MENINA, que claro, já tinha nome, Maria Cecília.

Eu não vou mentir, jurava que era um menino! Errei né? Já chamava a barriga de "Zé" e tudo mais, rs. Mas agora, sabendo que é uma menina, nada que for da cor lilás, escapa aos meus olhos.
Claro que, o importante é ter saúde, o sentimento de ter um filho vai além do sexo do bebê, a gente ama tanto que um o fato de ser menino ou menina não muda em nada.

E vocês, com quantas semanas e através de que método descobriram o sexo do bebê? Conta pra gente!

02/06/2011

MEXEU!


Meu bom dia hoje foi regado a chutinhos, awn.
Na verdade, desde que eu engravidei queria duas coisas, saber o sexo e sentir que tinha uma vida se formando dentro de mim.
Por mim o meu baby pode fazer a festa e chutar toda a hora, eu curto muito!

Toda mãe tem essa coisa insegura, principalmente se for marinheira de primeira viagem, assim como eu.
Se alguém chega e te conta que o bebê mexeu com 16 semanas e o seu não, ai ai, pânico na certa, você logo pensa: - TEM ALGUMA COISA ERRADA!
Mas, não é bem assim...
Cheguei no consultório do meu obstetra cheia de aflição, sai de lá mais calma, ufa.
 Afinal de contas, COM QUANTAS SEMANAS O BEBÊ MEXE?
Os primeiros movimentos chegam entre a 18ª semana ou 20ª, dizem que se essa é a segunda gravidez, você sentirá bem mais cedo. 
Minha prima, por exemplo, sentiu Bia, a filhota dela, mexer com 16 semanas.

Nesse início, a percepção é de um movimento suave. “Em geral, as mães o descrevem como algo que passa de um lado para outro dentro da barriga, como se fosse um peixe nadando, ou então como pequenas explosões”, diz o ginecologista Walter Banduk Seguim. Segundo ele, a sensação vem mais do deslocamento da água que o feto provoca do que dos choques com o organismo materno. “Só cerca de 3 a 4 semanas depois é que a mãe sente o que descreve como chute do bebê. E não é necessariamente um chute. Pode ser um soco ou uma cabeçada”, diz.

Eu mesma, confundi até com gases no começo, sério! E pasmem, eu não fui a única mamãe a fazer essa confusão, rs.

“Ao sentir os movimentos do feto, a grávida se reassegura de sua presença. Esse momento é especial para reforçar o vínculo entre mãe e filho”, afirma a psicóloga Ana Merzel. 
Eu senti a presença da minha filha com 17 semanas, talvez eu nunca tenha sentido uma emoção daquela antes. Como era mágico sentir aquela vida se manifestando dentro de mim.
 É legal entender como funciona os movimentos do bebê semana a semana.
De 20 a 24 semanas
A atividade do bebê vai aumentando. A partir de agora, e nas próximas dez semanas, o bebê terá um período bem agitado, com muitos chutes e cambalhotas.
de 24 a 28 semanas
Seu bebê pode começar a ter soluços, que vão explicar os pulinhos que você vai sentir de vez em quando. O saco amniótico contém cerca de 750 ml de líquido nessa fase, o que permite ao bebê se movimentar bastante. Ele consegue ouvir, por isso você pode perceber que ele dá um salto com barulhos fortes.
De  29  a  35  semanas 
Seu bebê vai começar a fazer movimentos um pouco menos bruscos, mais limitados pelas paredes da sua barriga. O nível de atividade chega ao auge, e você vai perceber um aumento na frequência e no tipo de movimento conforme ele vai ficando maior e mais forte.
de 36 a 40 semanas
O bebê vai assumir sua posição definitiva no útero, normalmente de cabeça para baixo, e os músculos do seu útero e do seu abdome vão ajudá-lo a ficar no lugar, se for a sua primeira gravidez. Se você já ficou grávida antes, seus músculos não serão tão firmes e o bebê pode ficar mudando de posição até a data do parto.

Impressionante, né? É lendo isso tudo que a ansiedade me toma.
Cada fase é um descoberta nova e mágica, eu to aqui acompanhando e dividindo esse momento lindo com vocês, até a próxima.


01/06/2011

Sexo na gravidez.



Hoje, decidi falar sobre sexo na gravidez.
Assim que engravidei, com 5 semanas, tive um sangramento, como ainda não tinha feito a endovaginal pra constatar o motivo, a médica decidiu que eu suspendesse as relações sexuais. Respeitamos o repouso e logo depois o sexo foi liberado.

Mesmo com o sinal verde, nós fomos cercados por dúvidas, O QUE FAZER? O QUE PODE FAZER? E PODE FAZER?

Se parei então algumas das minhas milhares de questões , conversei com a médica e trouxe algumas respostas.
- O pênis machuca o bebê? 
R- Nããão! Independente do tamanho! “Os maridos, em geral, têm medo de machucar o bebê na penetração. Saibam que o pênis não alcança o feto, e ainda assim o bebê está protegido por várias camadas de músculo, além do saco gestacional”.

- Cadê a vontade de transar?
"é completamente normal não ter desejo sexual nesta altura. Se você tem dores, não se sente atraente ou está simplesmente cansada, a sua libido pode estar muito em baixa.” 

- E o que fazer com a ausência de vontades?
É importante manter a intimidade com o seu companheiro. Não deixe de beijar, seja criativa a dar e receber prazer tente uma massagem no corpo todo, por exemplo. Se nada funcionar, não deixe de conversar com o seu companheiro sobre isso. Assegure-se que ele compreende que não se trata de uma rejeição. 


- Que posição é confortavél?
Bom, pra responder essa pergunta, fiz uma pesquisa bacana e trouxe algumas posições para vocês.
  Inclinada de lado. Deitar-se parcialmente de lado, com as costas viradas para baixo (com uma almofada por baixo de uma anca para não encostar completamente as costas) permite que o seu companheiro não apoie a maioria do seu peso sobre a barriga.
  Superficial. Os impactos profundos podem tornar-se incômodos à medida que os meses passam. Se o casal se deitar lado a lado, a penetração é apenas superficial.
- Dizem que ter orgasmos é ruim, por quê?
O orgasmo é altamente benéfico em qualquer época da gestação, pois tem a função de servir como "válvula de escape" para as ansiedades próprias da gravidez.
- Sexo anal pode?
"ele pode ser feito, mas com cuidados especiais. A tendência a hemorróidas pode significar possíveis sangramentos no ânus. Também é necessário prestar muita atenção à higiene, nunca passando direto do sexo anal para o sexo vaginal, para que bactérias presentes no ânus não infectem a região da vagina. "

- Em que situações devem-se evitar o sexo?
 • placenta prévia ou se a placenta estiver muito baixa
• antecedentes de parto prematuro
• parto prematuro antes das 36 semanas
• hemorragias inexplicáveis ou descarga vaginal
• dores abdominais
• colo incompetente
• dilatação do colo do útero
• lesão não cicatrizada causada por herpes genital ou outra infecção sexualmente transmissível não tratada.
Concluindo, a sexualidade ativa nunca deveria ser interrompida em nenhum momento da gravidez, visto que não é apenas com a penetração que se atinge o orgasmo. Há várias maneiras de se atingi-lo e cada parceiro pode usar de suas próprias fantasias eróticas para que se mantenha viva esta chama tão importante na vida conjugal e tão benéfica nesta fase.
Ou seja, SEXO PO-DE!
Conversar com o médico e principalmente com seu parceiro é fundamental.
O papai pode está com tanto medo quanto você, por isso a importância da participação dele em tudo. Assim, tudo fica bem mais fácil.
Marcelo me acompanha nas consultas, tira dúvidas, eu leio algumas matérias pra ele, e dá até pra brincar de procurar novas posições, porque não?
Sexo, não é tabu e na gravidez, deve existir!
Beijos e até a próxima!

 
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